quarta-feira, 11 de setembro de 2024

Bençãos e maldições

Em Deuteronômio (Dt.) 28 estão listadas as bençãos e maldições. Bençãos para quem é obediente e maldições para quem decide ser um transgressor dos mandamentos de Deus. Esse capítulo é composto de 68 versículos (Bíblia versão NVI) dos quais 54 versículos falam das consequências para um desobediente. Algumas pessoas preferem deturpar os textos bíblicos sobre misericórdia para assim desobedecerem tranquilamente sem se preocuparem com as consequências de suas ações pecaminosas. Deuteronômio 28 nos mostra o quão equivocado é o pensamento: “Deus não se importa”; “foi só um errinho”; “Deus entende”; “Deus é amor e mesmo se eu pecar, Ele não levará em conta”. Essas afirmações parecem absurdas, mas elas são ditas por diversas pessoas, inclusive, dentro das denominações ditas cristãs. Nada mais mentiroso. Dt. 28 é o texto base, no meu entendimento, para os obedientes e desobedientes. Há exemplos específicos sobre o que ocorre om quem desobedece aos mandamentos divinos. Vamos a alguns: 1 Samuel, 2, 12-36 (os crimes dos filhos de Eli e a profecia contra a casa de Eli); a história de Sansão (Juízes, 13-16); o começo da queda do rei Saul (1 Samuel 13); as consequências do adultério do rei Davi (2 Samuel 12, 1-22) e tantos outros. A Bíblia está repleta de textos sobre as consequências da desobediência e isso nos mostra que a cegueira espiritual tem prevalecido na vida de muitos que creem que Deus não os castigará pela rebeldia cometida. Precisamos pedir à Deus que coloque em nosso coração temor por sua lei. Que tenhamos os olhos espirituais sempre abertos e que possamos amar a Deus acima todas as coisas. Só assim O obedecemos e desfrutaremos das bençãos listadas em Dt. 28, 1-14.

domingo, 20 de agosto de 2023

Poderes político e religioso unidos desde sempre!

Podemos ver em alguns têxtis bíblicos, essa relação muito próxima do poder político e do poder religioso em ação numa sociedade. Vamos começar pelo texto de Atos 12, 1-4: “Nessa ocasião, o rei Herodes, Agripa I, prendeu alguns que pertenciam à igreja, com a intenção de maltratá-los e mandou matar à espada Tiago, irmão de João. Vendo que isso agradava aos judeus, prosseguiu, prendendo também Pedro durante a festa dos pães sem fermente [...] Herodes pretendia submetê-lo o julgamento público depois da Páscoa.” Fica muito evidente nesse texto a cumplicidade desses dois poderes para prenderem e matarem seus opositores em comum. Herodes agiu dessa forma porque percebeu que essas ações aumentariam a sua popularidade, já que os judeus odiavam o “povo do Caminho”. Veja que ele fez isso entre duas festas importantes: Pães sem fermente e Páscoa. Justamente por causa da peregrinação dos judeus. Em Mateus 27,11-12 é dito que “Jesus foi posto diante do governador, e este lhe perguntou: Você é o rei dos judeus? [...] Acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos líderes religiosos, Ele nada respondeu.” A pergunta do governador foi política: você é o rei dos judeus? Roma não queria um poder paralelo constituído então via nessa acusação de Jesus ser o rei dos judeus como ameaça. Os fariseus e líderes religiosos sabiam disso, e justamente usaram essa acusação para chamar atenção dos políticos de Roma. Entretanto o que incomodava e muito esses líderes religiosos, era a mensagem confrontadora de Jesus aos seus comportamentos hipócritas. Na continuação desse capítulo é mostrado que o próprio político percebeu que Jesus não era uma ameaça, mas foi pressionado pelos judeus: “mas os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos convenceram a multidão a que pedisse Barrabás e mandasse executar Jesus.” (Mateus 27,20) Esses dois textos nos mostram como esses poderes se aliam e se ajudam para perseguir um grupo que é incômodo para ambos, mesmo que, seja por motivos diferentes. Essa situação sempre aconteceu e acontecerá de forma intensa no tempo do fim, que aliás, já estamos vivenciando. Em Apocalipse 13 é citado dois poderes: besta do mar (poder político) e besta da terra (poder religioso). Acontecerá novamente perseguição, prisão e morte de um grupo que representa perigo para o poder político porque não segue cegamente as leis estabelecidas e que confronta a apostasia e hipocrisia do sistema religioso. Irmãos, quando as igrejas (denominações cristãs) começarem a seguir à risca as leis e orientações do poder político, saiam delas imediatamente. Não tenham medo da acusação de abandono da congregação (Hebreus 10,25). Eles já estão usando esse texto para acusar os que estão saindo por terem percebido que frequentam lugares que propagam um falso evangelho. O sistema religioso não suportará a verdade pregada pelos verdadeiros discípulos de Cristo. Esse sistema se aliará ao Estado para perseguir. Da mesma forma que os fariseus não suportavam a pregação de Jesus e de seus seguidores, o sistema religioso cristão também não suportará. Eles rangerão os dentes em fúria como aconteceu em Atos 7,54: “ e rangiam os dentes contra Estevão”. Quem permanecer nos templos apóstatas cairá no precipício porque será guiado pelo espírito que atuava na igreja de Pérgamo (ensino de Balaão), igreja de Tiatira (tolerância ao espírito de Jezabel), Igreja de Laodiceia (o espírito do orgulho, aqui é o próprio satanás presidindo a igreja). Peçam sabedoria e discernimento à Deus para que possam identificar que espírito está atuando no templo que você congrega. Chegará o momento de decisão muito em breve, em que o povo cristão terá que fazer uma escolha entre a Verdade de Jesus Cristo e o engano apregoado por muitas congregações. É uma escolha entre a vida eterna e condenação eterna. Muitos líderes religiosos “pastorearão” seus rebanhos até o abismo por causa de status, dinheiro e reputação, se submeterão ao governo satânico. Atentai para a Santa Palavra de Deus! Lá está toda a verdade.

domingo, 5 de fevereiro de 2023

Obediência: característica de quem ama à Deus

A Obediência é uma das características de quem ama à Deus. Há vários textos nas Escrituras que abordam este assunto. Em Deuteronômio 30, 15-16 é dito: “vê que hoje ti pus diante de ti a vida e o bem, a morte e o mal. Se guardares o mandamento que eu hoje te ordeno de amar ao Senhor teu Deus, de andar nos seus caminhos e de guardar os mandamentos, os seus estatutos e os seus preceitos então viverás, e te multiplicarás, e o Senhor teu Deus te abençoará na terra em que estás entrando para a possuíres.” Neste texto há uma promessa para quem obedece e um dos requisitos é amar ao Senhor. Quem ama à Deus obedece aos seus mandamentos. A Bíblia diz em Josué 1,8 “não se aparta da tua boca o livro desta Lei, antes medita nela dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito, porque então farás prosperar o teu caminho, e será bem sucedido.” O nosso maior exemplo de obediência é Jesus. “Ainda que era filho, aprendeu a obediência por meio daquilo que sofreu; e tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem.” (Hebreus 5, 8-9) O próprio Jesus disse em João 4, 34 que “a minha comida é dizer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra.” No mesmo livro no capítulo 14, 15-25, Ele diz “se me amardes, guardares os meus mandamentos [...] Respondeu-lhes Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada”. Continuando a citar o exemplo de Jesus, apresentamos João 15,10 que diz “Se guardares os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” Os mandamentos foram resumidos em dois por Jesus em Mateus 22, 36-39: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei? Respondeu Jesus: ‘ame o Senhor, o seu Deus, de todo o coração de toda a sua alma e todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ame o seu próximo como a si mesmo’. Jesus estabeleceu uma única regra para o relacionamento vertical (entre nós e Deus) e horizontal (entre nós e as outras pessoas): o amor. Amar requer negar a si mesmo. É deixar de ser a prioridade e centro das nossas próprias vontades. Isso é dificílimo. Por isso devemos nos examinar diariamente para verificarmos se estamos no caminho certo, se estamos caminhando nos passos de Jesus. É uma tarefa diária. A renúncia precisa ser todos os dias da nossa vida. Olhemos para dentro de nós e peçamos a ajuda do Espírito Santo para identificarmos falhas, empecilhos, ações que nos desviam desses mandamentos de Mateus 22, 37-39.

domingo, 22 de janeiro de 2023

Maior mandamento: amar à Deus

O nosso estilo de vida diz muito sobre quem nós somos e em que acreditamos. As nossas prioridades apontam para o lugar onde nossos corações estão. Dito isso, torna-se fácil identificar quem está disposto a obedecer ao maior mandamento de todos: “ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento.” (Mt. 22,37). Jesus prossegue no versículo 38 dizendo que este é o primeiro e maior mandamento. Em Êxodo 20,3 diz “não terás outros desuses além de mim”. Essa atitude é uma manifestação do nosso amor à Deus. Lembremos sempre que “deuses” é qualquer coisa ou pessoa que ocupa o lugar de Deus nas nossas vidas. Deus tem que ocupar o primeiro lugar sempre. Se analisarmos esse primeiro mandamento com cuidado, chegaremos a conclusão que tudo está em torno dele. Vejamos: “olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que O amam. (1 Co. 2,9). O sobrenatural maravilhoso está reservado apenas para aqueles que obedecem ao primeiro mandamento: amar à Deus acima de tudo. Esse versículo é usado pelas pessoas com o foco na primeira parte, o sobrenatural, mas a segunda parte que é fator condicionante é ignorada totalmente. É justamente esse fator (amar à Deus) que é o imprescindível para o cumprimento da promessa. Outra passagem muito utilizada: “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus...” (Rm.8,28). Todas as coisas, sejam elas boas ou más, só vão cooperar para p bem somente para aqueles que amam à Deus. Outro texto que evidencia o quão importante é para nós obedecermos ao primeiro mandamento: “Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que O amam. (Tg. 1,12). Outro texto que conecta a provação com coroa da vida é Apocalipse 2,10: “não tenha medo do que você está prestes a sofrer. O diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias. Seja fiel até a morte e eu lhe darei a coroa da vida. Os textos de Tiago e Apocalipse já nos evidenciam uma das características daqueles que amam à Deus: a fidelidade. Quem ama à Deus é fiel a sua Palavra. Ser fiel requer renúncias, requer a negação do nosso eu, dos nossos desejos e anseios. É colocar na prática diariamente aquela orientação de Jesus: “se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. (Lc. 9,23) Às vezes essa provação pode ser temporária ou permanente. Imaginemos a situação hipotética: um homem casado com uma mulher como a descrita em Pv. 21,19: briguenta e amargurada. Esse homem, todos os dias, terá que negar a si mesmo e tomar a sua cruz em amor e temor para com aquele que o amou primeiro (1João, 4,19) e, que estabeleceu um critério para a quebra de aliança no casamento (Mt.19,9). Essa situação é fácil? Claro que não! Mas o nosso foco tem que ser sempre o autor e consumador da nossa fé (Hb.12,2) e sempre prosseguindo para o alvo (Fp. 3,14). Que a nossa oração diária seja a mesma do Salmo 42,1-2: “como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por Ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus?”

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Deus, o nosso pastor

 

Deus, o nosso pastor

Salmo de Davi.

1Senhor é o meu pastor:

nada me faltará.

2Ele me faz descansar

em pastos verdes

e me leva a águas tranquilas.

3Senhor renova as minhas forças

e me guia por caminhos certos,

como ele mesmo prometeu.

4Ainda que eu ande

por um vale escuro como a morte,

não terei medo de nada.

Pois tu, ó Senhor Deus,

estás comigo;

tu me proteges e me diriges.

5Preparas um banquete para mim,

onde os meus inimigos me podem ver.

Tu me recebes

como convidado de honra

e enches o meu copo até derramar.

6Certamente a tua bondade

e o teu amor

ficarão comigo enquanto eu viver.

E na tua casa, ó Senhor,

morarei todos os dias da minha vida.

 

domingo, 9 de janeiro de 2022

O clamor é imprescindível

 Na Bíblia há vários textos sobre oração, súplica e clamor. Um dos mais contundentes é Atos 7,34, onde o próprio Deus fala sobre isso: “De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito. Ouvi seus gemidos e desci para livrá-lo...” Esse mesmo texto também está em Êxodo 3,7.

Deus viu a opressão e escutou o clamor do povo. Pela ordem dos verbos ver e ouvir podemos entender que Ele desceu porque escutou o clamor do povo e não porque viu a opressão. Logo a chave para o livramento foi clamor. Em Êxodo 2,23 nos aponta esse entendimento: “...os israelitas gemiam e clamavam debaixo da escravidão; e o seu clamor subiu até Deus.”

Deus estava vendo tudo, mas o que fez Deus agir foi o clamor. Em Nm. 20,16 diz “...mas, quando clamamos ao Senhor, Ele ouviu o nosso clamor, enviou um anjo e nos tirou do Egito...”

Há diversos textos sobre Deus escutando o clamor dos seus servos. Irmãos, nós que cremos no arrebatamento e já entendemos pelas profecias que estamos no tempo desse cumprimento, precisamos clamar. Veja que nós temos um paralelo: o povo de Israel escravizado no Egito. Por causa dessa escravização eles clamaram e foram libertos. Deus enviou um anjo para libertá-los (Nm.20,16). Nós estamos no Egito (mundo), a cada dia que passa o sistema escravocrata está se manifestando. O que temos que fazer? Clamar!! Vamos esperar ficar insuportável? Não há necessidade de agirmos assim. Clamemos ao Todo Poderoso pela nossa libertação. O tempo é agora! Maranata!!!

Pai, sabemos que o tempo da vinda de Jesus chegou. Clamamos a Ti que dê a ordem para Ele vir nos resgatar, vir nos libertar. Como está escrito em Apocalipse 22

 

domingo, 2 de janeiro de 2022

A oração de Daniel

 No capítulo 9, versículo 1 de Daniel diz que no primeiro ano de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos Medos o qual foi constituído rei sobre dos Caldeus, ele entendeu, pelos livros, que o número de anos de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de 70 anos.

Ele se voltou a Deus em oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza. Aqui está um exemplo a ser seguida pela noiva de Cristo. Também pelos escritos de Isaías 66, especificamente o versículo 8: “Quem já ouviu uma nação nascer num só dia, ou pode-se dar à luz um povo num instante?

Israel voltou a ser uma nação constituída novamente em 14 de maio de 1948. A votação na ONU ocorreu em 29 de novembro de 1947 e foi presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha que deu o voto de minerva para a criação do Estado de Israel. Diante desses fatos de 1947/1948, a profecia de Isaías 66,8 foi cumprida.

Em Salmos 90,10 diz: “os anos de nossa vida chegam a 70 ou a 80 para os que tem mais vigor, entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos.

Em Mateus 24,32 há uma lição da figueira: “quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar vocês sabem que o verão está próximo. No versículo 34 diz “eu asseguro a vocês que não passará esta geração até que todas estas coisas aconteçam.”

A figueira é uma ilustração de Israel como é apresentada em Oséias 9,10:

“achei Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova...” Em Jeremias essa ilustração também é apresentada: “então, me perguntou o Senhor: Que vê tu, Jeremias? Respondi: figos; os figos muito bons e os muito ruins, [...] A mim veio a palavra do Senhor, o Deus de Israel: de modo por que cujo estes bons figos, assim favorecerei os exilados de Judá que enviei deste lugar para as terras do Caldeus [...]”

Diante dos textos de Isaías, Salmos e Mateus temos o seguinte conjunto de informações: uma nação sendo estabelecida num único dia; uma geração tem duração de 70 a 80 anos e a geração que visse o brotar da figueira era a geração do fim. Logo temos o seguinte: florescimento da figueira em 14 de maio de 1948 mais 70/80 anos e o tempo do fim. A contagem abriu em 2018. Precisamente em 14 de maio de 2018.

O que temos que fazer com essas informações? O mesmo que Daniel fez ao saber que o tempo de duração do exílio durante 70 anos: orar e clamar pela libertação! No Salmos 90,10 ainda é destacada que voaremos ao final de 70/80 anos uma alusão ao arrebatamento.

Precisamos nos colocar na mesma posição que Daniel um dia fez. Clamor, súplica, jejum e humilhação. Em 2 Pedro 3,12 “vocês devem esperar e apressar a vinda do Dia de Deus [...]”. Em Apocalipse 22,17 também diz: “O Espírito e a noiva dizem: Vem!”

Esses textos nos dão suporte para clamarmos: Vem, Jesus! Apressa a Tua Vinda! Faça-nos voar ao Teu encontro. Tira-nos dessa Babilônia! O tempo do exílio terminou.

Irmãos, precisamos clamar pela vinda de Cristo nas nuvens. A janela de tempo está aberta. No Salmo 90,10 diz que quem chega aos 80 anos, chega com canseira e enfado, ou seja, sobrecarregado de lutas. Não vamos correr o risco de adentrarmos ainda mais no sistema da besta. Há claramente duas janelas de tempo estabelecidas no Salmo 90.

Nesse ano de 2022, Israel fará 74 anos, estamos no limite para aproveitarmos essa primeira janela. Até 13/05/2022 Israel terá 73 anos, acrescido de sete anos do acordo citado em Daniel 9,27, tem-se os 80 anos. Se passar disso, Deus pode usar a partir dos 80. Não temos como saber! Ele tanto pode usar até 80 ou usar a partir do 80. É arriscado ficar só esperando e assistindo já que temos um modelo de oração por libertação, em Daniel 9 para seguirmos. O que podemos afirmar é que a janela está aberta desde 2018.

Oremos apressando a Vinda de Cristo! Maranata!

 

OBS: Sabemos que há tempo determinados para os eventos como diz em Eclesiastes 3,1 e em Apocalipse 9,15 também menciona essa cronologia exata. O que precisamos entender que isso ocorre dentro dessas janelas de tempo estipuladas. O tempo está marcado dentro desses blocos de tempo/período.

Que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia. (2Pe. 3,8). Em Gn. 2, 17 Deus disse: “mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” Adão morreu com 930 anos (Gn.5,5). Ele morreu antes de completar mil anos. Na janela de tempo divina, Adão morreu no mesmo dia. Na janela de tempo humana ele viveu 930 anos. Ele tanto poderia morrer no mesmo dia (no tempo humano) como morrer com mil anos (no tempo de Deus). Adão teve uma janela de tempo de um dia até mil anos. No Salmos 90,10 vemos essa janela de tempo na perspectiva humana: 70 a 80 anos. Tanto poderia ser aos 70 anos de Israel como poderá ser aos 80 anos de Israel. Há aqui um bloco de tempo de 10 anos. Estamos nesse intervalo e portanto precisamos clamar para que a promessa de voarmos se cumpra.